Wednesday, November 25, 2009

Pete Yorn & Scarlett Johansson

O bem mais precioso

Estou sem água! Daí não viria qualquer tipo de espanto não fosse o facto de estar sem água desde o fim-de-semana e, não sendo ainda official, segundo fontes (se os jornalistas podem, também eu posso) a situação prolongar-se-à por mais entre duas a três semanas…

E garanto que já passei pelas cinco fases de aceitação da morte (hmm, efeito House??): começando com o típico “isto não pode estar acontecer, de certeza que é temporário”, passando pela raiva, principalmente deviso à passividade dos Irlandeses, que o máximo que consegui arrancar foi um “Que inconveniente” acabando na aceitação (fiz da minha rotina diária ir a uns dos 50 tanques espalhados pela cidade ou vila e encher garrafões de agua – agradeço a mim mesma ter comprado a mochila de 72 litros da Decathlon… ajuda preciosa – prever quanto tempo me vai durar o stock de garrafões de água, se posso ou não dar-me ao luxo de fazer um chá (e quando o faço, a água é rigorosamente medida ao mililitro) ou decidir a quem me vou colar para tomar banho diário – parece que a partir de hoje vários hoteis da cidade abriram as portas aos cidadãos afectados, por isso acho que vou começar a fazer uma investigação mais aprofundada das opções turísticas aqui no Fim-do-Mundo.

É mesmo verdade: o ser humano tem uma capacidade incrível de se adaptar às condicionantes do dia-a-dia.

E porque é que isto aconteceu (e não ainda não mudei de país, não estou em qualquer recôndito canto da África Subsariana mas na Europa dita desenvolvida e num país que é suposto ser um nicho tecnológico)? Ao que parece, dois estudantes tinham desaparecido na semana anterior. A polícia resolveu mandar fechar a barragem para poder procurar os corpos no rio (parece que há ligação directa entre as expressões “desapareceu” e “caiu ao rio” – claro que a hipótese do estarem-podres-de-bêbados-num-canto-qualquer não foi considerado pois para isso era preciso assumirem que têm um grave problema com o álcool) Continuando…

…fecharam a barragem numa semana de muitas chuvas. 5ª feira passada a empresa que explora a barragem decidiu abri-la por receio de colapso. Pormenor: coincidiu com a maré-alta e com um dia de muita chuva! Resultado: metade da cidade com inundações, a Faculdade perdeu parte dos arquivos e cerca de 18 000 sem água! Ah e tal os seguros pagam! Os seguros argumentam que não é um cataclsimo narutal pois se não tivessem fechado a barragem, isto não aconteceria… A empresa de electricidade diz que foi obrigada pela polícia. A polícia, que eu saiba, ainda não se manifestou. o Primeiro Ministro visitou a área (estima-se que haja cerca de 300M de prejuízos) e considerou que não era caso para plano de emergência nacional (já referi que estão cerca de 18 000 famílias sem água???hmm, já!)

Friday, November 06, 2009

Thursday, October 29, 2009

Gostei


Poderia ser motivo de discurso do Presidente no 1º Dezembro

Friday, October 23, 2009

Invasões Francesas explicadas

Eis a série que me tem mantido ocupada. fenomenal a forma como ele explica as invasões francesas: "é o seguinte, esse aqui é o morro Francês onde um maluco chamado napoleão mandava. Era o dono. E ele mudou o jeito de mandar.Esse aqui era o morro vizinho. e ele queria que o morro vizinho fosse da mesma maneira que o morro dele. Antes disso, a parada era dos ingleses que vendia bagulho para a toda a região. Mas Napoleão venceu pouquinho a pouquinho e impediu os morros de comprar bagulho da Inglaterra. Os ingleses ficaram boiadão e deram coro nesses filho-da-puta na Batalha de Trafalgar. Primeiro ele invadiu o morro dos espanhóis e fechou a boca dos ingleses. depois caiu matando o morro dos alemães. Assim que ele tomava o morro ele dava para o chegado dele tomar conta porquer era muita boca para ele tomar conta. Aí o Zé Bunda foi querer invadir esta parte que era gelada os soldados dele acabaram dançando e aí ele estava quase invadindo o morro de Portugal. e Portugal o jeito era fugir (...) para o morro da América que também era dele"

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