Monday, July 07, 2008

Just a couple of hours...

E estarei em casa...
:-)

Há concertos... e há Radiohead

Foi um concerto muito esperado (para os que conhecem a banda, desde o “Ok Computer”) e de espera (já que osbilhetes foram comprados em Dezembro).

As expectativas estavam altíssimas para um serão passado na companhia de Thom Yorke e amiguinhos. No trabalho, nos níveis de concentração apenas garantiram os “serviços mínimos”, e para isso, nada contribuiu os 30 graus que se faziam sentir na Laranjinha. E o friozinho no estômago foi crescendo em intensidade consoante as horas passavam. Resolvi não responder a e-mails que necessitassem mais do 1 neurónio e meio, não fosse sair-me uma daquelas anormalidades, frequentes nesta empresa (não sei com que regularidade o pessoal da casa tem concertos de Radiohead :-).

Como feedback geral devo dizer que embora estivesse à espera que fosse bom... afinal são os Radiohead, mas os gajos entraram directamente para o quadro de “Génios”.

Thom Yorke tem uma presença em palco incrível...Um piolhito de palmo e meio cantou, encantou, dançou, divertiu-se em palco... contagiante.

O último álbum foi passado a pente fino. E o que eu gosto deste album! Do melhorzito que anda por aí. Eu nem sequer consigo escolher uma favorita. É a rodar em loop sem carregar no triangulozinho com o topo voltado para a direita. Nada..... com interpretações mais ou menos parecidas ao do álbum. Fiquei, no entanto, a pensar como seria o Steps cantado na Tugolândia... Não nos imagino quietinhos a beber cervejinha e a bater palminhas...
Ficaram para trás aquelas old ones que queria que tivessem tocado (e não me refiro a High & Dry ou Creep) mas o “Bullet Proof... I wish I was” ou “Fake Plastic Trees” ou “Knives out” (com o clip do Michel Gondry)...
Momento alto… humm talvez escolha o “Everything in its right place" – a música que já por si parece ser incorporada de 3 outras músicas independentes e todas elas interpretadas em canon. De repente uma sobrepõe-se à outra numa harmonia depressiva (se é que fizer sentido, mas acho que é preciso conhecer a música e entrar no planeta yorkiano). Em concerto tem um formato mais longa e mais electrónica com a voz envolvente.
Com Amesterdão com céu azul a adormecer nas nossas costas! UAU
E como decisão para o segunda metade do ano: este Natal era um Thom Yorke... pode ser em prenda conjunta, empacotadinho ou em porção individual... não interessa... Sff para passar da Ilha da direita para a ilha sem código postais.
Tão lindinho!

Thursday, June 19, 2008

...dasse!...

Já não sei se quero ganhar por ser Portuguesa se para ver se o chefe não se ri amanhã... o chefe e o inglês que, para além de vir da Ilha, é tipo sarna, vence pelo cansaço e tem uma dor de cotovelo enorme pelos Ingleses não estarem lá.

Porra, é que não se calam!...

Se faz favor, é para ganhar!

Monday, June 16, 2008

Fel, muito fel…

É o que sinto ao início da manhã depois da selecção nacional ter perdido contra a Suiça.
O rectangulozinho habitua o resto da Europa a vitórias e a Special Ones e a CR7, e assim que derrapa, timba, é alvo de chacota e gozação... Agora já sei o que sentem os adeptos de grandes potências europeias.
Até agora reagi com piadinha...

...e Portugal a perder com Suiça...

Thursday, June 12, 2008

Medley de Cat Power performed by... Cat Power

A senhora deve ter ouvido que em Amesterdão os concertos eram em short-version e deu em bombardear músicas, uma coisa louca... deve ter despachado os cds e ainda deu tempo para mais uns coverzitos. Pareceu-me que só parava para respirar... mal nos descuidávamos e "olha, é outra!".
A presença em palco é parecido ao ambiente vivdo na IURD não que tenha experiência própria, como é óbvio, (tanto no tom de voz como na linguagem corporal).

Eu só estava à espera que ela tocasse esta música neste ritmo (e se estiverem com atenção conseguer perceber os movimentos um bocado à IURD).

Àparte disso, a mulher tem um vozeirão!

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